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quinta-feira, 11 de outubro de 2012

Disortografia



A disortografia é mais uma perturbação que encaixa no grande tema das dificuldades de aprendizagem... 
Sendo assim, o que é então a disortografia? A disortografia é "o conjunto de erros de escrita que afectam a palavra mas não o seu traçado ou grafia". 
E olhando para esta problemática, podemos pensar quais são os requisitos que uma criança deverá possuir para uma aprendizagem correcta da leitura e da ortografia... E são vários... e várias áreas que estão implicadas... 


Áreas implicadas
Capacidades específicas
Área motora
Lateralidade adequada
Motricidade dinâmica manual
Área perceptiva
     Percepção auditiva

Percepção visual

                       

                          Percepção espácio - temporal


Discriminação auditiva
Integração auditiva
Memória auditiva
Discriminação figura-fundo
Constância da forma
Memória visual
Estruturação e orientação no espaço
Estruturação temporal e rítmica
Área do pensamento lógico
Operações lógico – concretas
Operações de inclusão
Operações de seriação
Área linguística
Morfossintaxe
Semântica
Vocabulário do sujeito
Área afectiva – emocional
Adaptação escolar
Controlo emocional
Desejo de aprender



Causas da Disortografia

Tendo em conta os requisitos necessários para levar a cabo um processo ortográfico correcto podem citar-se as seguintes causas:

Causas de tipo perceptivo: Deficiências na percepção e na memória visual e auditiva
                                         Deficiências a nível espácio - temporal

Causas do tipo intelectual: Défice ou imaturidade intelectual

Causas de tipo linguístico: Problemas de linguagem
                                        Deficiente conhecimento e utilização do vocabulário

Causas de tipo afectivo - emocional: Baixo nível de motivação

Causas de tipo pedagógico

Características disortográficas

A disortografia implica uma série de erros sistemáticos e reiterados na escrita e na ortografia, que podem provocar a total ininteligibilidade dos textos. Logo, podemos encontrar vários tipos de erros, vejam o esquema seguinte:

Erros de carácter linguístico - perceptivo: Substituição de fonemas vocálicos ou consonânticos afins pelo ponto ou modo de articulação;
                                                               Omissões
                                                               Adições
                                                               Inversões de sons por incapacidade de seguir a sequência dos fonemas 

Erros de carácter visuoespacial: Substituição de letras que se diferenciam pela sua posição no espaço
                                                 Substituição de letras semelhantes nas suas características visuais
                                                 Escrita de palavras ou frases em espelho 
                                                 Confusão em palavras com fonemas que admitem dupla grafia
                                                 Confusão em palavras com fonemas que admitem duas grafias , em função das vogais
                                                 Omissão da letra "h" por não ter correspondência fonética 

Erros de carácter visuoanalítico: Dificuldade em fazer síntese e a associação entre fonema e grafema

Erros relativos ao conteúdo: Dificuldades em separar sequências gráficas pertencentes a dada sequência fónica, respeitando os espaços em branco

Erros referentes às regras de ortografia: Não colocar "m" antes de "p" e "b"
                                                            Infringir regras de pontuação
                                                            Não respeitar as maiúsculas depois do ponto ou no início do texto
                                                            Não hifenizar nas mudanças de linha. 


Segundo Luria (1980) existem sete tipos de disortografia distintos, que não iremos abordar neste post.
Em relação à avaliação da disortografia, esta é realizada através de várias provas com critérios muito pormenorizados que só profissionais da saúde as podem utilizar e revelar os resultados. 

Intervenção na disortografia 

Existem várias técnicas e actividades recomendadas na intervenção de crianças com disortografia:


  • Inventários cacográficos 
  • Ficheiro cacográfico
  • Actividades de percepção, discriminação e memória auditiva
  • Actividades de percepção, discriminação e memória visual
  • Actividades de organização e estruturação espacial
  • Actividades de percepção linguístico - auditiva
  • Actividades de léxico e vocabulário
  • Actividades de intervenção específica sobre os erros ortográficos

Mais uma vez, salienta-se a importância do acompanhamento em equipas multidisciplinares, nomeadamente Psicomotricistas! 


Fonte: Dislexia, Disortografia e disgrafia. Rosa M.ª Rivas Torres e Pilar Férnandez. Editora MacGraw- Hill. 2001





quinta-feira, 27 de setembro de 2012

Dislexia





Bem, mais uma vez vou dar prioridade a assuntos relacionados com as crianças na idade escolar... Hoje então, falaremos sobre a dislexia...

Dislexia significa dificuldades na aprendizagem da leitura. Esta perturbação aparece em indivíduos com uma inteligência normal, sem problemas neurológicos ou físicos evidentes, que não apresentam problemas emocionais ou sociais, que não provêm de meios sócio-económicos culturais desfavorecidos e que não foram submetidos a processos de ensino inapropriados. 
Este tipo de definição permite-nos distinguir dois tipos de dislexia: a adquirida (por traumatismo ou lesão cerebral) e evolutiva ou de desenvolvimento (por défice de maturação). O que difere uma da outra, é que na primeira a criança sabia ler e escrever e após lesão ou trauma deixou de o conseguir fazer enquanto que na segunda, a criança apresenta desde o início da aprendizagem problemas na aquisição da leitura e da escrita.
Relativamente à etiologia da dislexia podemos dizer que factores neurológicos e factores cognitivos podem estar relacionados com a origem desta perturbação. Em relação a este sub-tema não me alargarei em desenvolvimentos, aconselho leitura adicional ou se as condições forem propícias voltaremos mais tarde a este assunto.
Continuando, bem, como podemos então saber se estamos perante uma criança com dislexia (e quando falo em dislexia, refiro-me à dislexia evolutiva). Sendo assim, podemos destacar alguns "sintomas" a que pais e professores podem estar atentos. Em geral, estas características/ sintomas da dislexia agrupam-se em dois grupos: as comportamentais e escolares. 
Em relação à primeira, podemos ter sinais de ansiedade, baixo auto- conceito, aparecimento de condutas típicas de etapas ou anos anteriores e perturbações psicossomáticas. Esta ansiedade poderá surgir devido à  forma como a criança assumiu o seu problema ou então, quando a criança tenta compensar o seu fracasso escolar através da procura de popularidade ou mesmo de comportamentos mais agressivos para com os colegas.
No que respeita às características escolares, estas são observáveis em processos de leitura e de escrita. 
Como é então a leitura de uma criança disléxica?
A leitura de um disléxico é lenta, sem ritmo, com uma leitura parcial das palavras, perda da linha em que estava a ler, confusões quanto à ordem das letras, inversões de letras ou palavras e incapacidade para ler fonologicamente. Em relação à escrita, esta afecta a componente motora do acto de escrever provocando, compressão e cansaço muscular, caligrafia deficiente, letras pouco diferenciadas, mal elaboradas e mal proporcionadas. 

Além destas dificuldades podemos ainda destacar problemas em diferenciar a esquerda da direita, problemas de orientação, associação de rótulos verbais a conceitos direccionais e alterações no domínio psicomotor. 

Para melhor compreender se a criança é disléxica ou se apresenta outra alteração que possa estar de alguma maneira relacionada com a explicação que aqui foi apresentada, aconselha-se a avaliação de um profissional da saúde. Só eles podem certificar-se do que realmente se passa com a criança. Por isso, se suspeita que lida com alguma criança que poderá ser disléxica, o melhor é levá-la a um profissional de saúde para este a avaliar e depois dos resultados, seguir ou não para uma intervenção multidisciplinar.

Espero mais uma vez, ter ajudado... Alguma dúvida, não hesitem... Acredito que ainda voltaremos a este tema. 

segunda-feira, 24 de setembro de 2012

Transtorno Comportamentais Disruptivos



Pois bem, já não dava notícias à algum tempo, peço desculpa por isso. Numa altura em que entramos no novo ano escolar e onde se vêm todos os tipos de reacções, falo-vos um bocadinho sobre este tema.
Entre estes Transtornos Comportamentais Disruptivos estão o Transtorno Desafiador e de Oposição, o Transtorno de Conduta e Perturbação de Hiperactividade e Défice de Atenção (PHDA).
Quanto à evolução deste tipo de patologia e consequências sociais associadas, são diversos os trabalhos que a relacionam com a criminalidade, perturbações psiquiátricas, consumos de drogas, precariedade laboral, prostituição, promiscuidade sexual e detenções.

§  Transtorno Desafiador e Opositivo

O Comportamento Desafiador Opositor consiste num transtorno psicológico caracterizado, principalmente, por comportamentos apresentados pelo adolescente, no sentido de agir contrariamente àquilo que se pede ou se espera delas.
Este problema tem sido, progressivamente, objecto de estudos e publicações científicas. Há um consenso entre pesquisadores quanto às características usadas para descrever este transtorno, evidenciadas, por exemplo, nos excertos a seguir:

O transtorno de oposição é um transtorno disruptivo, caracterizado por um padrão global de desobediência, desafio e comportamento hostil. Os pacientes discutem excessivamente com adultos, não aceitam responsabilidade por sua má conduta, incomodam deliberadamente, possuem dificuldade de aceitar regras e perdem facilmente o controlo, se as coisas não seguem a forma que eles desejam (Serra-Pinheiro et al., 2004, p.273).
Como em todos os problemas de personalidade, este transtorno é acompanhado por diversos sintomas, sendo eles: frequentemente perdem a paciência, discutem com adultos, desafiam ou recusam a obedecer a solicitações e regras dos adultos, perturbam as pessoas deliberadamente e frequentemente responsabilizam os outros pelos seus erros ou maus comportamentos. (Kaplan; Sadock; Grebb, 2003, p.995).

Segundo o Diagnostic and Statistical Manual of Mental Disorders (DSM-IV) os sintomas devem estar presentes por pelo menos seis meses e deve haver clara evidência de prejuízo significativo no funcionamento social, académico ou ocupacional do adolescente (Arnold, L. et all, 2004).
Este comportamento é o responsável pela maioria das indicações a serviços de psiquiatria infantil (Garland et al., 2001). Também estão associados a disfunções pessoais, familiares, sociais e no âmbito académico. Os adolescentes com transtorno desafiador de oposição têm mais disfunções familiares (Greene et al., 2002) e usam mais abordagens negativas diante do conflito (Edwards et al., 2001). São mais rejeitadas por colegas e têm maiores índices de recusa escolar (Harada et al., 2002. Para o tratamento, temos as psicoterapias de diferentes orientações teóricas, ao que têm sido usadas para tratar transtornos disruptivos, mas o maior corpo de evidência disponível na literatura atribui eficácia para abordagens cognitivo-comportamentais (Barkley et al., 2001).

§  Perturbação de Hiperactividade e Défice de Atenção (PHDA)

Na adolescência, entre os 10 e 20%, apresentam problemas emocionais, tal incidência é preocupante quando se pensa nas repercussões desses problemas no desenvolvimento pessoal (Lopes, F. 2004).
A PHDA tem como maior prevalência no sexo masculino e caracteriza-se por sintomas como hiperactividade e impulsividade, com ou sem desatenção, ou somente por aspectos desatenção inapropriados à idade.
O diagnóstico detecta um padrão persistente de sintomas que inicia, geralmente, antes dos sete anos de idade, acusando, significativo prejuízo escolar, social e ocupacional. São manifestações desta perturbação a desatenção (falta de atenção, a detalhes, dificuldade de manter atenção em actividades e de persistir nessas até ao final, dificuldade de concentração e organização, falta de cuidado com os seus materiais de trabalho, dificuldade em atender a solicitações ou instruções), a hiperactividade (inquietude, andar ou correr inadequadamente, de forma excessiva, falar demasiadamente, dificuldade em participar nas actividades sedentárias) e a impulsividade (impaciência, dificuldade para protelar respostas ou aguardar a sua vez, intromissão nos assuntos alheios, comentários inoportunos, desobediência a instruções, pegar em objectos alheios, envolvimento em actividades perigosas). Pode, no entanto, manifestar-se com um padrão predominantemente desatento, ou hiperactivo-impulsivo, ou por meio do tipo combinado, com ambos os padrões sintomáticos (Niederhofer. H, et all, 2004).
Os adolescentes com PHDA, em geral, são instáveis emocionalmente, agindo de forma impulsiva e irritadiça, podendo apresentar dificuldades em participar nas actividades de grupo, falhas na produtividade e prejuízos no funcionamento académico e social. A sensação de inadequação, baixa auto-estima e adversidades no grupo social provocam frustração, podendo gerar comportamentos autodestrutivos ou autopunitivos (DSM-IV, 2002).
Verifica-se que, praticamente, 50% dos adolescentes que apresentam esta perturbação têm também o transtorno desafiador opositivo ou de conduta. É importante diferenciar o comportamento opositivo de um adolescente (retratado anteriormente) com PHDA, e de outra, cuja atitude seja de não submissão às exigências dos outros (Faraone, LA et all, 2003).


§  Transtorno de Conduta

O transtorno de conduta está associado a disfunções pessoais, familiares, sociais e académicas (Serra-pinheiro MA, et all, 2005), assim como a um mau prognóstico para a vida adulta, com alto risco para depressão, tentativas de suicídio (Capaldi. DM, 1992), abuso de substâncias etc. Este transtorno caracteriza-se também por um padrão persistente de comportamento, no qual há importantes violações de normas sociais ou dos direitos alheios. Estas manifestações concentram-se num quadro de grupos de sintomas: actos agressivos a pessoas e/ou animais, acções que provocam danos e/ou destruição de patrimónios, fraude ou furto e sérias violações às regras e normas. O comportamento pode expressar-se em hostilidade, provocações, agressão física e comportamento cruel. Também podem ser verbalmente abusivas, impudicas, manipuladoras, desafiadores e negativistas em relação aos adultos.

No ambiente escolar, adoptam os seguintes comportamentos: mentiras, falta às aulas e vandalismos. As manifestações das condutas são variadas e estáveis, especialmente, na família, na escola e na comunidade. Três ou mais destes comportamentos devem estar presentes nos últimos doze meses ou, pelo menos, um deles nos últimos seis meses, para poder caracterizar este transtorno. Estes adolescentes sofrem muito com os prejuízos sociais e interpessoais com este tipo de manifestações psicopatológicas, pois, não conseguem desenvolver vínculos e, raramente, sentem-se culpados ou responsabilizam-se pelo seu comportamento (Smith, G. e Loeber R., 2005).    


Espero que tenha sido esclarecedor... Alguma dúvida não hesitem! 

domingo, 29 de julho de 2012

Formação do Psicomotricista

Para quem está interessado em seguir este grandiosa profissão, devemos ter em conta alguns pormenores... 
Como todas as áreas da saúde, o psicomotricista deverá seguir por gosto, deverá interessar-se e sentir-se motivado por aquilo que estuda, e que mais tarde vai exercer... 

"A formação do psicomotricista na área da saúde mental infantil e juvenil necessita de conhecimentos aprofundados e disponibilidade interior para que se possa relacionar com diversos tipos de personalidades e caracteres. 
A primeira condição é adquirir uma vivência com o seu corpo satisfatória porque, efectivamente é um curso prático, e uma boa relação com o seu corpo, é fundamental para sentir uma disponibilidade que se requer e se impõe.

O conhecimento, ao nível do desenvolvimento psicomotor, da linguagem, do desenvolvimento emocional e cognitivo é fulcral e concomitantemente não poderá descurar o conhecimento aprofundado da psicopatologia infantil e juvenil.
A sua disponibilidade interior é seguramente o eixo da interacção. Também é necessário estar pronto para trabalhar em equipa, com pessoas com outra formação e de outras profissões, porque nessas reuniões, se fará "luz" sobre a particularidade da interacção da criança. É nestas alturas que se estabelece a importância de cada profissional no processo de tratamento, quais as prioridades que se dão e porquê. É justamente nestas reuniões que, ao estabelecer os objectivos, se separa os sintomas das patologias.
Uma vez que o principal instrumento de trabalho do psicomotricista é o corpo e a relação que se estabelece com ele, e sabendo que a identidade da pessoa é sempre corporal, é pressuposto que o psicomotricista tenha uma vivência com o seu corpo, de tal forma que lhe permita ser utilizado na relação. O toque corporal, o envolvimento, a aceitação do corpo do outro, a gestão das distâncias são premissas essenciais e resolvidas: é necessário habitar confiavelmente o seu corpo.
A psicomotricidade é uma profissão essencialmente prática, nesse sentido é necessário que o formando tenha um ensino tipo "ombro a ombro", indelével, pós - formação académica, justamente como o que se passa em outras profissões, de cariz prático. Estamos a falar de pessoas, e com todas as subjectividades e conjunturas que são inerentes a uma área de trabalho que não é exacta. Aliás, mesmo algumas ciências exactas, actualmente são questionáveis nas suas certezas: por exemplo, os materiais sólidos são vistos como campos de forças instáveis.
É necessário ver, sentir, a transmissão dos conhecimentos pelos mais experientes, é desejável, porque ajuda a evitar alguns erros, bem como treinar o olhar e dar o enfoque a pormenores que só um olho treinado dará importância. Para finalizar a formação, a figura da supervisão é o suporte, a rede de actuação.
As dúvidas, a insegurança, as angústias, o sentimento de incapacidade ou a cegueira da omnipotência do terapeuta, que emergem nas sessões por que todos nós passamos quando abraçamos esta carreira, são ajudados a serem ultrapassados nas reuniões de supervisão. 
Um dos papéis importantes do supervisor é contaminar e criar uma espessura filosófica sobre os princípios e objectivos que norteiam a terapia, e também valorizar as características da personalidade do supervisando, aquelas que são de enfatizar, juntar o saber com a intuição."




Retirado do livro: Um olhar para a criança - João Costa, 2008, Trilhos Editora. Lisboa

sábado, 28 de julho de 2012

Intervenção em Psicomotricidade

Vamos então continuar com a nossa viagem, nesta descoberta da Psicomotricidade... 
Em relação à intervenção da mesma podemos dizer que esta atua em três vertentes: 
- Educativa: onde a função do profissional é, guiar a aprendizagem das várias funções psicomotoras, é "ensinar" através de mediação corporal e expressiva;
- Reeducativa: nesta vertente, o Psicomotricista ajuda o paciente a reaprender certas funções psicomotoras que, foram aprendidas mas que por qualquer razão (lesão, etc.) ficaram "esquecidas";
- Terapêutica: a Psicomotricidade é o "tratamento" de qualquer situação patológica que o paciente tenha desenvolvido (dislexias; disgrafias, etc.)
Bem, mas podem perguntar-se quem poderá recorrer à Psicomotricidade? Ou seja, qual a população - alvo! Pois, relativamente a este ponto, nós Psicomotricistas temos o privilégio de trabalhar com a pessoa humana nas várias faixas etárias... Sim, é isso mesmo... Trabalhamos desde os 0 anos até aos 100 ou mais anos... Nas nossas mãos e vida conhecemos bebés, crianças, jovens, adolescentes, adultos e idosos... 

Aqui está mais uma prova da importante função desta profissão da área da saúde... 














segunda-feira, 16 de julho de 2012

Benvindos

Que bom que conheceu e "Descobriu a Psicomotricidade"... Será que estão preparados para o que aqui vão desvendar? 
Pois bem, é um gosto enorme receber a vossa visita neste blog destinado ao conhecimento desta grande área - a Psicomotricidade. 
Aqui pretendo, postar todo o material relacionado com a Psicomotricidade, desde as definições necessárias a uma melhor compreensão da área, à população - alvo destinada à intervenção, a alguns resumos sobre várias patologias e todo o tipo de informações relevantes. 
Se leu, experimentou, tem alguma dúvida conhece algum caso e quer partilhar, esteja à vontade para entrar em contato comigo. Terei uma enorme satisfação em poder ajudar e se for o caso, divulgar a sua opinião. 
Assim, todos juntos levamos mais alto a Psicomotricidade! Vamos lá!!!
Espero ser útil...